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Olá gente! Tudo bem com vocês? Minha história de hoje começa com dois acontecimentos da minha vida.
- Estava eu jogando Ouedan que é o jogo original de Elite Beat Agents.
- E na aula de budismo aprendi uma nova palavra chamada Orientalismo. Que seria a visão que os ocidentais tem sobre o oriente da forma no qual eles desejam enxergar.
Juntando essas duas situações nasceu o post de hoje. O ocidentalismo dos games. O que eu quero dizer com isso? Irei explicar...
Já reparam o quanto de jogos que nós, ocidentais, jogamos que nasceu primeiro no Oriente? E a gente recebe uma tradução do jogo? Pois é. Hoje em dia reparei que alguns jogos estão indo além da tradução que é o caso de Elite Beat Agents e Ouedan.
Para os que não sabem, Ouendan (o de cima) é um jogo de DS onde os heróis são "cheerleaders" que dançam para animar as pessoas a passarem por situações que seriam desastrosas e impossíveis de conseguir como um estudante em plena fase de vestibular conseguir estudar em casa (lembre-se que casas japonesas são MINÚSCULAS) com os pais, avós e irmã dentro de casa fazendo bagunça. O jogo foi um sucesso estupendo no Japão. E por isso pediram uma versão oriental.
Claro que para muitos pensam que um jogo de dança onde o objetivo é estourar umas bolas na tela de toque do DS no ritmo da música é estúpido. Além do mais como homens sendo cheerleaders!!! FOR GOD SAKE!! HOMENS COMO CHEERLEADER???
Esse foi o meu primeiro pensamento sobre Elite Beat Agents. Até que eu peguei o jogo. E meu mundo mudou! O jogo realmente é fenomenal e viciante a ponto de você querer passar dos estágios mais impossíveis para pegar os personagens finais (porcaria de Chieftain que não deixa eu pegar as Divas!!!)
Mas o que me surpreendeu é a diferença dos games. Em sua "essência" eles são iguais. Mas o jeito como o jogo é tratado é totalmente diferente. Por exemplo, os japoneses são sérios, recebem ordens de um cara (desculpa, mas meu japonês não tem tradução suficiente pra entender que postos os personagens estão) que grita e é raivoso. O jeito de dançar deles é bem robótico e parado. Começa a queimar o cenário atrás como você vai muito bem estilo Dragon Ball e as músicas são bem estilo pop japonês. Enquanto o Elite Beat Agents os agentes são despojados, estilosos, usam ternos. O líder deles é o Capitão Kanh (exército, alou) que não demonstra expressão alguma caso você vá mau nas fases e as músicas é estilo pop americano.
Pensando assim qual você pensa que é melhor? Na minha opinião os dois são bons no que se propõe! E o melhor ainda! Eles se importam quem é o usuário final! Orientais se sentem melhor com pessoas sérias, que não dançam exagerado, com músicas pop japonesas enquanto os ocidentais se sentem melhor com agentes que dançam e tem estilo.
Esse pra mim é o ocidentalismo do game. Quando o game deixa suas raízes orientais para se adequar ao padrão ocidental. É claro que nós, ocidentais, temos maneiras e jeitos diferentes de pensar dos orientais, afinal, a história, cultura, jeitos e trejeitos são diferentes. E isso não é ruim! Pelo contrário! Agora temos dois jogos com duas visões diferentes!
Por isso, alguns tradutores tomam esse cuidado na hora de passar o jogo pra outro país. Um excelente exemplo disso é o jogo Phoenix Wright. Phoenix Wright é um jogo de advogado/detetive baseado apenas em "colete a informação e use isso ao seu favor na hora certa apenas tocando na tela" onde há muitas testemunhas a ser perguntada. E o nome delas são uma piada. Por exemplo, na continuação de Phoenix Wright pra DS titulada Apollo Justice há uma personagem chamada Mrs. O'rly. Traduzindo para o internetês: OH RLY??YEAH RLY! Mas o nome dela em japonês é Masaka que seria traduzido para algo como: OH RLY??YEAH RLY! Um bom exemplo de como transportar um jogo para outro continente e ainda manter a piada.
Mas nem tudo são flores no nosso mundo de adaptações. Por exemplo, ainda não conheci gamers que realmente gostam de jogos de simulação de namoro (jogos hentais não valem pessoal). E orientais não são muito fãs de jogos de tiro, ou FPS para quem preferir. Realmente há ainda muitas barreiras a serem superadas. Ou não. Dependendo de como for é até melhor que nem todas as adaptações chegue até nós e nem todo nosso lixo chegue até eles. Temos que descobrir a tênue linha do que seria bom para os dois povos e como adaptá-los. Um exemplo de jogos que são ótimo no Japão mas não faz sucesso nenhum aqui no Ocidente é Dragon Quest. Dragon Quest é um jogo RPG estilo Final Fantasy mas com um q oriental. Ele ainda tem aquelas coisas de batalhas aleatórias, ficar jogando 300 horas para chegar no nível máximo, fazer mil side quest pra conseguir a meia-arrastão de uma das personagens. Realmente, isso um dia foi divertido para alguns mas hoje não aguentamos mais joguinhos assim por causa do dinamismo, agilidade e falta de tempo que nós sofremos. Não que eles não sofram também, mas eles gostam de investir o tempo deles em jogos de um jeito e nós de outro.
Mas, apesar de todas essas diferenças em gostos e jeitos de jogar, uma coisa podemos ter certeza. Estamos conectados pelo gosto de videogame. E mesmo que eles e nós gostamos de jogos diferentes, isso sempre rende assunto e discussão para um aprendizado e ponto de vista. Se você tiver um amigo que não goste dos mesmo jogos que você, tente entender porque ele não gosta do seu ou porque você não gosta do que ele joga. As vezes, é só um erro de tradução ou adaptação! ^-~
AGORA SOBRE O BLOG!
Estou ficando sem inspiração para o próximo post! Alguém pode me ajudar, eu realmente não sei o que postar e estou com medo de não vir algo! Meus leitores, meu gatinho, HEEEEEEEEEEAAAAAAAAALPPPPPPPPP!!
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Droga, nunca tem um agente pra me ajudar nessas horas.
A outra é que eu queria agradecer o Dimitri, Daniel, Rodrigo Cezzaretti e toda a equipe do BlogeZ e do portal E-Zone pelo apoio que me deram no post passado! Valeu gente! Fiquei preocupada de falar alguma besteira e vocês caírem em cima de mim! XD E desculpa Dimitri pelo post errado!! Já estou colocando aqui o link com o autor certo. O post é: "Eu odeio Super Mario. Acredite!" Por Rodrigo Cezzaretti. Para acessar, clique aqui!
E agora fiquem com mais um:
Historinha da semana:
*Vamp jogando Brain Academy no DS com a mãe dela*
V: Olha mãe, aqui você pode fazer continhas rápidas para colocar seu cérebro pra trabalhar e tal...
Mãe: Que legal, filha! Isso parece ser muito divertido! *começa a ajuda a Vamp a resolver os problemas*
Mãe: Só tem uma coisa filha?
V: O que?
Mãe: O que acontece se acabar a tinta da tela?
V: Tinta da.... HAUHUAUHAHUAHUUHAUHHAUAAUHAUHUA!!!!
Nota: Ela estava se referindo a tela de toque do DS onde o que você escreve, aparece.